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Artigos
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sobre a Doutrina Espírita
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Suicídio pelo Cigarro
O cigarro e Chico Xavier
Pílula do dia seguinte - é aborto?
Preparos para tomar passes
Postura na Casa Espírita
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Uma tragada,
apenas uma tragada...
... e em segundos, perto de 4.700 substâncias entram na corrente sangüínea e
começam a atuar em todos os órgãos - entre elas detergentes, solventes, veneno
de rato, inseticidas e compostos radioativos, todas presentes num cigarro.
As estatísticas são cruéis em demonstrar
o estrago que o cigarro provoca na vida das pessoas. 90% dos casos de câncer no
pulmão (entre os 10% restantes, 1/3 é de fumantes passivos);85% das mortes
causadas por bronquites e enfisemas; 45% das mortes causadas por doenças
coronarianas na faixa etária abaixo dos 60 anos; 40% dos casos de bronquite
crônica; 45% das mortes por infarto agudo do miocárdio na faixa etária abaixo de
65 anos; 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer (de boca, laringe,
faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero); 25% das mortes
causadas por doença coronariana: angina e infarto do miocárdio; 25% das doenças
vasculares (entre elas, derrame cerebral). Apesar de toda esta evidência nociva
à saúde, maioria dos fumantes teima em ignorar as conseqüências do fumo em suas
vidas. Este comportamento necessita, também, que seja qualificado como, de fato,
ele o é: suicídio.
O suicídio é uma ação deliberada de subtrair a própria vida. Este ato pode ser
imediato ou gradual. No caso do cigarro, especialistas afirmam que cada cigarro
consumido é responsável pela diminuição de 14 horas do tempo de vida útil do
organismo humano. Ora, quem fuma um cigarro deve ter a consciência que está se
matando, pouco a pouco. Pior. Além de autocida, o fumante é também um criminoso,
pois violenta a todos que estão ao seu redor, uma vez que o prejuízo à saúde do
fumante passivo é bem maior.
As implicações
espirituais, por exemplo, são ainda mais complexas. Quando se afeta
organicamente um pulmão, um coração, os brônquios e outros órgãos e sistemas
fisiológicos, o fumante está transferindo esta seqüela para o seu corpo
espiritual correspondente. O corpo espiritual registra tudo que afetamos no
corpo físico. Isto quer dizer que, numa próxima encarnação – retorno a Terra,
noutra vida corporal – , o indivíduo certamente nascerá com problemas de saúde
localizados provenientes da agressão provocadas na vida anterior.
Outro fator precisa ser esclarecido para o fumante inveterado: ele raramente
fuma um cigarro sozinho. “Os mortos”, ainda presos psiquicamente ao hábito, se
aproximam dos viciados e repartem as tragadas. Este processo é denominado de
obsessão e perdura até que a pessoa tome a decisão sincera de parar de fumar, o
que não é fácil. Além da desintoxicação do organismo, é necessária a
desintoxicação psíquica. Não é somente a pressão da nicotina e do alcatrão que
precisam ser combatidas, mas igualmente a do desejo, do impulso, alimentado por
induções espirituais dos seus companheiros de trago. O apoio da família, dos
amigos e dos colegas de trabalho são fundamentais para se manter afastado do
cigarro.
O suicídio pelo cigarro poderia ser evitado. Calcula-se que 4,9 milhões de
pessoas morrem no mundo por doenças provocadas pelo tabagismo e a tendência,
pelo menos no Brasil, é um aumento de consumo de 40%, apesar das campanhas
publicitárias de esclarecimento.
As recaídas, mesmo depois de anos de abstinência, não devem ser encaradas como
culpa. No processo de auto-aperfeiçoamento é natural algum recuo, quando, porém,
há uma firme disposição de renovação interior."
Se você quer saber mais sobre este
e outros temas relacionados
click aqui.
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...A ação negativa do cigarro sobre o perispírito do
fumante prossegue após a morte do corpo físico? Até quando?
Chico Xavier - O problema da dependência
continua até que a impregnação dos agentes tóxicos nos tecidos sutis do corpo
espiritual ceda lugar à normalidade do envoltório perispirítico, o que, na
maioria das vezes, tem a duração do tempo correspondente ao tempo que o hábito
perdurou na existência física do fumante. Quando a vontade do interessado não
está suficientemente desenvolvida para arredar de si o costume inconveniente, o
tratamento dele, no Mundo Espiritual, ainda exige quotas diárias de sucedâneos
dos cigarros comuns, com ingredientes análogos aos cigarros terrestres, cuja
administração ao paciente diminui gradativamente, até que ele consiga viver sem
qualquer dependência do fumo.
Resposta de Emmanuel, através do Chico Xavier, dada a
entrevista feita pelo jornalista Fernando Worm, em agosto de 1978, inserida no
livro Lições de Sabedoria - Chico Xavier nos 23 anos da Folha Espírita, escrito
por Marlene R. S. Nobre.
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Pílula do dia seguinte
..... é aborto ? |
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Esta questão é de grande importância, pois
trata de bioética, isto é, uma reflexão crítica e imparcial, apoiada sobre
fatos, que estuda a melhor conduta do ser humano diante das descobertas e dados
científicos na área da biologia e da saúde.
O Espiritismo, que trata da natureza, da origem e do
destino da criatura humana, fornece a contribuição profunda a essas questões.
Uma questão muito simples, mas que confunde muitos pensadores, é sobre o
começo da vida. Quando podemos dizer que o ser humano adquire vida? O Livro dos
Espíritos (nas questões 344 a 360) e A Gênese (capítulo XI, item 18), ambos de
Allan Kardec, não deixam dúvidas de que a vida começa na fecundação, em geral na
tuba uterina da mulher, quando o perispírito do reencarnante liga-se fortemente
à célula-ovo, ou zigoto (produto diplóide - com 46 cromossomos - da união da
célula germinativa masculina e da feminina)*.
Depois da fecundação no terço distal da tuba uterina, o
embrião, o novo indivíduo (a tríade hominal - corpo geneticamente ímpar,
perispírito e Espírito) deve caminhar até o útero, levando cerca de 1 (uma)
semana para implantar-se (nidação). Para essa caminhada e nidação, é necessário
que todos o aparelho feminino esteja funcionando adequadamente e o útero esteja
na fase secretora (adequada para o embrião), sob um controle hormonal natural da
mulher.
Em qualquer atraso, o embrião "morre de fome",
por falta de nutrientes, e é absorvido pelo próprio organismo da mulher e o
Espírito desliga-se para aguardar nova oportunidade reencarnatória.
A "pílula do dia seguinte" ou anticoncepcional de emergência, nada mais é do
que uma dose muito alta de hormônio feminino (estrógeno e/ou progesterona)
sintético, o mesmo utilizado em pílulas anticoncepcionais "normais", elaborado
para prevenir uma gravidez indesejada após o coito supostamente desprotegido, ou
seja, sem nenhum outro método anticoncepcional. Pode ser usado até 72 h após a
relação sexual, mas sua eficiência é proporcional à precocidade do uso. É
administrado livremente ou legalmente em caso de estupro (a lei brasileira é a
favor do aborto em caso de estupro).
Independente de qualquer reflexão ética, o fato de ser
uma alta dose de hormônio sintético, além dos efeitos colaterais imediatos que
causa, o uso repetitivo predispõe a diversas doenças na mulher, dentre elas, o
câncer de mama. Seu mecanismo de ação na contracepção é múltiplo e repousa sobre
as alterações hormonais sobre o trato genital feminino. Pode retardar ou inibir
a ovulação, dificultar a união do espermatozóide e do óvulo, mas,
principalmente, age sobre as tubas uterinas e a parede uterina para desfavorecer
a migração do embrião (já formado) e sua implantação na parede uterina.
Portanto, o anticoncepcional de emergência é, segundo o Espiritismo,
aborto se já tiver ocorrido a fecundação e a ligação do perispírito. Se não
houver ocorrido a fecundação, não é aborto. Porém, a ética não pode lidar com
hipóteses, já que trata do comportamento humano: usar ou não usar, qual é o mais
ético? Se há a possibilidade do aborto (não conhecemos pesquisas sobre a
porcentagem), por menor que seja, a ética e o bom senso, diante da Consciência,
indicam para não usar, pois é impossível a mulher saber o que realmente está
acontecendo e se há um Espírito reencarnante desejoso de ser "embalado"
carinhosamente no colo materno, na expectativa de uma nova existência de lutas e
realizações, junto de sua mãe.
Se a mulher optou por essa alternativa impensada é
porque, em geral, ela ainda não teve essas nossas reflexões e, por isso, não
pode ser considerada "anti-ética" ou "imoral". Sua responsabilidade diante da
Consciência é menor. Porém, uma vez tendo sido conscientizada, eticamente sua
opção terá muito maior peso. De qualquer forma, todos os enganos podem e devem
ser corrigidos pela própria doação e oferecimento, na proporção daquilo que se
tirou da Natureza.
* - Para maiores detalhes de como ocorre essa ligação, numa bela descrição do
Espírito André Luiz, leia "Missionários da Luz", psicografia de Francisco
Cândido Xavier, capítulos XIII e XIV.
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Para dar passes ou tomar passes
é necessário algum preparo? |
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Aspecto interessante a considerar é aquele relativo ao trabalho realizado pelos
médiuns no Centro Espírita, que requer uma disciplina no tocante ao consumo de
carne, especialmente carne vermelha e suína: nos dias em que o médium vai atuar,
dando passe ou numa reunião de desobsessão, é solicitado que não faça uso desse
tipo de alimentação, bem como de temperos fortes, para que forneça melhores
condições de uso de seus fluidos pelos trabalhadores do mundo espiritual.
O mesmo conselho é dado a quem esteja fazendo um
tratamento espiritual no Centro Espírita, recebendo passes de cura: para que
possa receber os fluidos que lhe são doados, com maior eficácia, convém não
ingerir carne no dia do tratamento.
A esse respeito buscamos no Portal do Espírito
(www.espirito.org.br)
o seguinte texto em artigo de Eugênio Lysei Junior:
"A ingestão de carne influencia na tarefa do passe?
Sim. Embora o passista não deva ser obrigatoriamente vegetariano, encarando o
passe como recurso terapêutico físico e espiritual, geralmente utilizado quando
apresentamos indisposições de variada ordem, é útil abstermo-nos de alimentos
mais pesados, tal qual fazemos quando em tratamentos médicos convencionais.
A alimentação do passista afeta os fluidos que este
doará no momento do passe. Conforme aprendemos na questão 724 de O Livro dos
Espíritos, a abstinência de carne será meritória se a praticarmos em
benefício dos outros. Tendo em mente o benefício do próximo, cumpre-nos preferir
a alimentação vegetariana pelo menos no dia exato da tarefa."
A seguir comentários do
Dr. Ricardo Di Bernard
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Os mentores espirituais pedem para não comer
carne vermelha nos dias de sessão por uma razão cientifica (ciência deles ) e
não por qualquer motivo piegas.
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Quando disse Jesus: "atirai vossas redes ao
mar. " poderíamos entender, também , ser melhor nos alimentarmos de peixes.
brincando, diríamos : é claro o peixinho é tão limitado (burrinho) , nem pineal
desenvolvida tem, é quase como um sincício espiritual ou alma-grupo. Não existe
uma individualidade bem constituída em peixes como existe em mamíferos.
Portanto, o fluido vital dos peixes não tem a mesma característica dos animais
superiores. Seria quase como nos vegetais, onde um conjunto de mudas de grama
são centenas de princípios espirituais que se fundem em um gramado sem
individualidade . (alma- grupo é uma denominação esotérica mas o raciocínio é o
mesmo nosso de espíritas ) . A individualidade, conforme Jorge Andréa e outros
autores encarnados e desencarnados, só se atinge a nível dos lacertídeos e os
peixes, pela pineal quase inexistente, ainda não tem esta organização .
abraços.
Dr. Ricardo Di Bernardi
Florianópolis SC
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Postura na Casa Doutrinária
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Entrar pontualmente no templo espírita para tomar parte das reuniões, sem
provocar alarido ou perturbações.
O templo é local previamente escolhido para encontro com as Forças Superiores.
Dedicar a melhor atenção aos doutrinadores, sem conversação, bocejo ou tosse
bulhenta, para que seja mantido o justo respeito ao lar da oração.
Os atos da criatura revelam-lhe os propósitos.
Evitar aplausos e manifestações outras, as quais, apesar de interpretarem
atitudes sinceras, por vezes geram desentendimentos e desequilíbrios vários.
O silêncio favorece a ordem.
Com espontaneidade, privar-se dos primeiros lugares no auditório, reservando-os
para visitantes e pessoas fisicamente menos capazes.
O exemplo do bem começa nos gestos pequeninos.
Coibir-se de evocar a presença de determinada entidade, no curso das sessões,
aceitando, sem exigência, os ditames da Esfera Superior no que tange ao bem
geral.
A harmonia dos pensamentos condiciona a paz e o progresso de todos.
Acostumar-se a não confundir preguiça ou timidez com maldade, abraçando os
encargos que lhe couberem, com desassombro e valor.
A disposição de servir, por si só, já simplifica os obstáculos.
Desaprovar a conservação de retratos, quadros, legendas ou quaisquer objetos que
possam ser tidos na conta de apetrechos para ritual, tão usados em diversos
meios religiosos.
Os aparatos exteriores têm cristalizado a fé em todas as civilizações terrenas.
Oferecer a tribuna doutrinária apenas a pessoas conhecidas dos irmãos dirigentes
da Casa, para não acumpliciar-se, inadvertidamente, com pregações de princípios
estranhos aos postulados espíritas.
Quem se ilumina, recebe a responsabilidade de preservar a luz.
Nas reuniões doutrinárias jamais angariar donativos por meio de coletas,
peditórios ou venda de tômbolas, à vista dos inconvenientes que apresentam, de
vez que tais expedientes podem ser tomados à conta de pagamento por benefícios.
A pureza da prática da Doutrina Espírita deve ser preservada a todos o custo.
"Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio
deles". - Jesus - (Mateus, 18:20)
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Mensagem de André Luiz - Livro: "Conduta Espírita."
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